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OAB Niterói questiona mudança dos horários das barcas Rio-Niterói

OAB Niterói questiona mudança dos horários das barcas Rio-Niterói


 
Atenta à defesa dos direitos dos cidadãos, a OAB Niterói, através da Comissão de Petróleo, Gás Natural, Biocombustível, Energias: Alternativa e Nuclear, presidida por Luís Alberto Mendonça Meato, expressa sua preocupação em relação à mudança nos horários de funcionamento das barcas que fazem a travessia Rio/Niterói e foram reduzidas. A partir de 1º de novembro, nos domingos e feriados o horário da travessia passará a ter um intervalo de uma hora entre as partidas, ao invés dos 30 minutos atuais.
 
Meato diz que, em  outra decisão, a linha Praça XV/Charitas sofrerá interrupções às quartas-feiras, quando sua operação será interrompida entre 12h e 16 horas, e os intervalos diários entre as viagens serão ajustados de 15 para 20 minutos nos horários de pico. Além disso, será inaugurada a Transoceânica, que perderá seu efeito.

"Trata-se de um transporte coletivo que, aliás, já vem sendo alvo de contínuas queixas por parte dos usuários. Sendo assim, nada mais justo do que reivindicar a redução dos valores das tarifas, na mesma proporção, bem como a normalidade dos horários das barcas no trajeto Charitas/Praça XV", alega Luís Meato.

Luis Meato afirma que, aparentemente, tal medida visa a um reequilíbrio econômico-financeiro, diante de uma pretensa diminuição da utilização dos serviços nestes dias e horários, no intuito de resguardo quanto aos custos. Contudo, segundo o advogado, isto tem um efeito negativo aos passageiros deste importante serviço de transporte.
 
"Estamos requerendo junto à direção da concessionária CCR Barcas, à Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro  e à Secretaria de Transportes do Estado a reavaliação das decisões anunciadas, suspendendo seu efeito. Caso a medida não seja revogada, sugerimos que seja aberto um debate, a fim de se evitar uma possível judicialização da questão", atesta Luís Meato.



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