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OAB Niterói lamenta assassinato de moradora de Icaraí, em mais uma tentativa de assalto em Niterói

OAB Niterói lamenta assassinato de moradora de Icaraí, em mais uma tentativa de assalto em Niterói

 

A OAB Niterói vem a público manifestar seu repúdio ao grave ato de violência cometido contra uma moradora de Niterói, Maria Alcina Gil, de 66 anos, assassinada no início da tarde desta terça-feira na Alameda Carolina, em Icaraí, durante tentativa de assalto. A entidade se solidariza com a família e seus entes queridos e coloca-se ao dispor para o apoio que se fizer necessário, inclusive atuando junto ao Poder Público para buscar a pronta elucidação do fato, bem como colimando soluções para a melhoria da qualidade da Segurança Pública no município.

“Repudiamos os atos de violência cada vez mais frequentes na cidade e esperamos ações contra esse quadro de insegurança reinante e crescente”, pronunciou-se o presidente da OAB Niterói, Antonio José Barbosa da Silva.

O advogado Gustavo Fuscaldo, também alarmado com mais esse ato de agressividade, declarou:

"Trata-se de caso de grave e desproporcional violência contra uma moradora de Niterói, praticado em área movimentada e em plena luz do dia, mostrando que o grau de insegurança na cidade alcançou patamar alarmante. Solidarizamo-nos com os familiares neste momento e postularemos junto às autoridades para que este fato seja brevemente apurado, identificando-se os autores, bem como que haja soluções mais efetivas para coibir a crescente onda de criminalidade que atinge a cidade”.

O presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB Niterói, Ivan dos Santos Gonçalves, também se manifestou sobre o fato:

“Infelizmente, a brutalidade desse homicídio deixou estarrecida toda a sociedade, um ato de violência desnecessário e desproporcional. A tentativa de assalto resultou na morte de uma cidadã e numa das ruas mais movimentadas de Icaraí. É fato que o policiamento não consegue acompanhar o aumento da criminalidade e a sociedade a cada dia sofre com a perda de entes queridos. As forças de segurança deveriam criar novas estratégias para reduzir a violência, e que fatos dessa natureza saiam da nossa rotina”.



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